Economizar energia após o horário de verão

Economizar energia após o horário de verão

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Fonte: Lugar Certo
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É possível contar com novas tecnologias adequadas para economizar energia conquistada durante o período do horário de verão

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A chegada dos avanços tecnológicos ao universo das lâmpadas vai além da potência e voltagem do produto

Com o fim do horário de verão neste 16 de fevereiro, as lâmpadas voltam a ficar acesas por mais tempo, significando maior gasto com energia. Para compensar este aumento de despesas, a troca da tecnologia empregada para a iluminação é uma alternativa para economizar energia e obter vantagens tanto no preço da conta, quanto na qualidade e durabilidade dos recursos.

A chegada dos avanços tecnológicos ao universo das lâmpadas vai além da potência e voltagem do produto. Consumo, durabilidade, temperatura de cor, índice de reprodução de cor (IRC), aplicabilidade, efeito luminotécnico são questões que envolvem a decisão de compra.

“Com tantas opções na prateleira, o consumidor já arrisca buscar outros modelos, mas sente-se perdido com tantas informações nas embalagens e quais considerar para ter um melhor custo benefício e valorizar seu espaço doméstico”, comenta Flávio Takeda, diretor de marketing de uma fabricante.

A incandescente não mudou muito desde que foi inventada. Apesar de sua elevada capacidade de reprodução de cor dos objetos, dura apenas mil horas e somente 10% da energia que consome é usada para gerar luz. Os outros 90% são dissipados na forma de calor. Não é por acaso que os modelos de elevada potência e baixo rendimento estão sendo aos poucos retirados do mercado brasileiro.

Economizar energiaAs halógenas, que são muito usadas para iluminação de destaque, cênica, complementar ou reflexiva também consomem muita energia e possuem materiais nocivos ao meio-ambiente. Segundo Takeda, elas geram muito calor, o que é desconfortável e em muitos casos não recomendado, principalmente em local onde se lida com alimentos perecíveis. Além disso, alguns modelos demandam transformador e duram apenas duas mil horas.

As fluorescentes compactas, que se tornaram mais populares após o apagão de 2001, revolucionaram o mercado de iluminação com a promessa de durabilidade oito vezes maior e economia de 80%. Porém seu bulbo em formato U e a luz branca meio azulada, que lhe intitulou como luz fria, foram responsáveis por uma resistência ao seu uso.

Para isso a indústria se esforçou em desenvolver modelos compactos e com bulbo arredondado, além da temperatura de cor amarela para aquecer o ambiente e permitir um detalhe arquitetônico. A existência de um reator acoplado permite o encaixe no soquete padrão, com uma vantagem no quesito substituição, mas preocupante quanto ao descarte devido à presença de gases nocivos.

O LED 

Diodo Emissor de Luz – representa um passo à frente de todas estas tecnologias. Com uma durabilidade que pode chegar a 50 mil horas e economia de até 90%, o produto vem chamando a atenção do consumidor também por recursos como possibilidade de dimerização e de controle de cores, encaixe nos soquetes existentes sem a necessidade de adaptação e pela ausência de geração de calor.

Além disso, os modelos não emitem raios ultravioleta e infravermelho. Logo, não desbota as cores dos objetos e dispõe de modelos que podem aplicados em qualquer ambiente. A tecnologia vem evoluindo e o mercado já disponibiliza modelos com IRC de até 90%. Segundo Takeda, “o preço, que há pouco tempo representava um empecilho ao consumo, vem caindo drasticamente e deve diminuir ainda mais com o aumento da procura pelo produto”.

“O LED dura até 50 vezes mais que a incandescente, mas não custa 50 vezes. O consumidor precisa entender que a economia de 90% que o LED proporciona no consumo de energia paga o investimento em pouco tempo e o resto significa redução de custo real com energia”, finaliza o executivo.

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Fonte: Lugar certo

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