Imóvel Usado – Perguntas Frequentes

Imóvel Usado – Perguntas Frequentes

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Fonte: Click Habitação
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Boa localização, preço e tamanho são diferenciais, mas falta de infraestrutura de lazer e custo de condomínio podem ser desvantagens para o imóvel usado

 

usufruto de imóvel com doação - Imóvel Usado - Perguntas Frequentes

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Um velho ditado, muito versátil, diz que “panela velha faz comida boa”. E, no mercado imobiliário, essa máxima também parece ser levada a sério, ao menos por uma parcela dos compradores. Em busca de espaço, charme ou localização, eles dispensam novos produtos e dão preferência para os antigos.

O economista Felipe Pinheiro, de 38 anos, comprou há dois meses um apartamento de três dormitórios, 200 metros quadrados e com cerca de 30 anos nos Jardins. Ele deu preferência à localização do prédio, por isso teve de abrir mão de lançamentos: “Lá, não havia muitas opções de novos”, conta.

Boa parte dos apartamentos que visitou, amplos, eram satisfatórias, mas a maioria esmagadora deles precisava de reformas, segundo Pinheiro. A unidade que escolheu não estava exatamente do jeito que ele queria, mas, nem de longe, lhe pareceu um mau negócio.

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“As plantas antigas, a meu ver, são melhores do que as novas. Elas têm quartos mais amplos, banheiros mais amplos e ambientes, de maneira geral, maiores. A planta do meu imóvel é excepcional”, diz.

Agora, ele reforma a unidade para adequá-la ao seu gosto. Até o início do ano que vem, novos revestimentos, um sistema de ar-condicionado central e parte do teto rebaixado conviverão com as janelas amplas do imóvel, que garantem boa luminosidade para a residência. Já as paredes do apartamento, grossas, seguirão de pé, mas receberão nova pintura. E todas essas intervenções totalizarão para Pinheiro um gasto 30% menor que ele teria se tivesse escolhido um apartamento em um edifício novo na mesma região.

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A falta de infraestrutura no condomínio, com 12 unidades, não espanta o economista: quando estiver fora da unidade, ele poderá aproveitar a boa infraestrutura do bairro. Por outro lado, o valor alto da cota condominial, motivada pelo baixo número de apartamentos no prédio, não o surpreende.

Fazer uma opção como a de Pinheiro, pelo antigo, requer uma avaliação criteriosa por parte do comprador, que leve em conta prós e contras.

“Uma das vantagens dos usados em relação ao novo é a localização. Nos melhores bairros, onde o desenvolvimento começou mais cedo, a maior parte das ofertas é de usados. Então, se a pessoa quiser morar nos Jardins ou em Higienópolis, por exemplo, provavelmente terá de morar em um imóvel mais antigo”, diz o diretor geral de terceiros da imobiliária Coelho da Fonseca, Fernando Sita.

As plantas dos imóveis com mais idade são, de maneira geral, mais amplas do que as atuais, segundo ele. Os ambientes são mais bem divididos e diversificados, além de bem iluminados, graças às janelas maiores que possuem. Os corredores compridos também estão sempre presentes nesses apartamentos, algo raro nos lançamentos. Ao mesmo tempo, cômodos como dispensas e dependências de empregados são bem mais comuns.

Há também desvantagens. O diretor da imobiliária VNC, Marcos Goggi, lembra que os edifícios mais velhos têm um número menor de vagas de garagem por apartamento. Além disso, a presença de suítes em todos os dormitórios é raridade, em geral restrita à dependência destinada ao casal. E as varandas, bem, não são um item obrigatório, como ocorre hoje.

Saiba mais no artigo Imóvel Usado: Saiba o que avaliar na compra

Fonte das informações dos slides: Citti Assessoria Imobiliária, Ibope, Itambé Administradora e Lello Imóveis
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