Imóvel na Planta – Perguntas Frequentes

Imóvel na Planta – Perguntas Frequentes

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Fonte: Click Habitação
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Para quem não tem pressa para mudar ou procura um imóvel para investir, comprar imóvel na planta pode ser considerada uma ótima opção.

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Vejam perguntas e respostas mais frequentes com dicas e informações relacionadas a aquisição de Imóvel na Planta.

Entre as vantagens de se adquirir um imóvel na planta estão:

  • Possibilidade de parcelar a entrada do imóvel, em torno de 30% do valor total do imóvel;
  • Flexibilidade na alteração da planta;
  • Potencial de valorização do imóvel.

Entretanto, o imóvel ainda está na planta, ou seja, ainda não foi construído. E como a construção a construção de um empreendimento demora em média 30 meses, muitos imprevistos podem acontecer no meio do caminho, como o atraso na entrega das chaves, problemas na qualidade dos acabamentos, divergências de metragem, entre outros.

Além de haver risco da própria construtora falir.

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Uma regra básica antes de fechar qualquer negócio é ler atentamente o contrato, mas em se tratando de um imóvel na planta, alguns outros cuidados são necessários, como buscar informações sobre a idoneidade da construtora, sobre a regularidade da obra junto à prefeitura, entre outros.

Para evitar que a compra de um imóvel na planta seja um mau negócio, o Procon respondeu às dúvidas mais frequentes sobre imóveis na planta.

Armadilhas que exigem atenção:

Sair de um stand de vendas com um imóvel comprado na planta pode ser um sonho. Mas, sem os devidos cuidados e atenção, podem surgir surpresas degradáveis na hora de pagar pelo bem ou receber o imóvel.

Cuidados ao comprar um imóvel na planta

“Comprar um imóvel na planta é comprar uma promessa, acreditar que alguém irá construir um imóvel com o dinheiro que você está dando. E, por isso, a desconfiança é a melhor amiga do consumidor”, afirma Marcelo Tapai, advogado especialista em direito imobiliário, do escritório Tapai Advogados.

Para escapar das armadilhas, Tapai recomenda que o consumidor não faça nada por impulso. “Não compre o imóvel na primeira vez que vê-lo. Leve a documentação, o contrato, o memorial descritivo e a planta para casa. É preciso decidir pela compra de forma fria”, diz.

Marco Aurélio Luz, diretor do Associação dos Mutuários de São Paulo (AMSPA), ressalta: “Mesmo que estejam previstas em contrato, situações abusivas são passíveis de discussão na Justiça”.

Fonte das informações dos slides: Folha UOL

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